segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Poema do Cume

No cume daquela serra
Plantei uma roseira
O mato no cume cresce
A rosa no cume cheira



Quando cai a chuva fria
Gotas no cume caem
Lagartos no cume entram

Abelhas do cume saem


Mas se cai chuva grossa
A água no cume desce
O orvalho no cume brilha
A floresta no cume cresce


Depois que a chuva cessa
Ao cume volta a alegria
Pois torna a brilhar de novo
O sol que no cume ardia

3 comentários:

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
    Minha querida amiga, este poema já conhecia, mas é ótimo... ahahahahahaha... esse cume transmite muito romantismo... kkkkkkkkkkkkkkkkkk... Um clássico muito comovente, dá vontade de chorar... ahahahahahaha...
    Valeu minha querida amiga, adorei recordar este poema... rsrsrsrsrs...
    Beijinhos com carinho!!!

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    Respostas
    1. kkkkkk Isto é poesia pura. Eu conhecia mas ainda não o tinha publicado aqui o que seria uma laCUna imperdoável kkkkkkkk
      Bjinhos no coração

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    2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
      Sim, minha querida amiga, pura poesia clássica... rsrsrsrsrsrs... Não poderia deixar de publicar o CUME aqui, seria imperdoável, uma grande laCUna, cultura sempre em primeiro lugar... rsrsrsrsrs...
      Valeu minha querida amiga!!!
      Beijinhos no coração!!!

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